5 doenças que mais atacam os trabalhadores

5 doenças que mais atacam os trabalhadoresA atividade profissional toma parte de grande parte da nossa vida dos brasileiros praticamente todos os dias. Muitas pessoas inclusive ficam mais tempo trabalhando do que estando próximo dos seus familiares.Essa é uma situação cada vez mais comum na vida de milhões de pessoas, no entanto, muitas vezes essa situação acaba cobrando um preço, onde o excesso de trabalho acaba se transformando em uma doença.Para se ter uma noção das doenças envolvendo o ambiente de trabalho, de 2012 a 2020, o Brasil registrou 5,6 milhões de doenças e acidentes que vitimaram trabalhadores no país.O trabalho com certeza precisa ser levado a sério, no entanto, a sua saúde deve ser ainda mais importante. Justamente por isso, hoje apresentaremos cinco doenças que mais afastam os trabalhadores em todo o país.Síndrome de Burnout A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, se trata de uma doença mental que surge quando o trabalhador passa por situações desgastantes no ambiente de trabalho, seja por decorrente de muita responsabilidade ou excessos.A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é muito comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão, assim como por suas responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros.Os principais sintomas são:Cansaço excessivo, físico e mental; Dor de cabeça frequente; Alterações no apetite; Insônia; Dificuldades de concentração; Sentimentos de fracasso e insegurança; Negatividade constante; Sentimentos de derrota e desesperança; Sentimentos de incompetência; Alterações repentinas de humor; Isolamento; Fadiga; Pressão alta; Dores musculares; Problemas gastrointestinais; Alteração nos batimentos cardíacos.Fonte da matéria: JORNAL CONTABIL Leia na íntegra: https://www.jornalcontabil.com.br/5-doencas-que-mais-atacam-os-trabalhadores/
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SETEMBRO AMARELO

A campanha Setembro Amarelo salva vidas! Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza, em território nacional, o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Atualmente, o Setembro Amarelo é a maior campanha anti estigma do mundo! Em 2022, o lema é “A vida é a melhor escolha!” e diversas ações já estão sendo desenvolvidas.O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade. De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde - OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 01 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.Embora os números estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas vão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar, segundo a OMS. Sabe-se que praticamente 100% de todos os casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.Fonte da matéria: SETEMBRO AMARELO Leia na íntegra: https://www.setembroamarelo.com/
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Segurado deve enviar autodeclaração ao INSS para não perder benefício

Com a nova regra, a autodeclaração deve ser enviada ao INSS em até 60 dias da concessão da aposentadoria por invalidez. Quem perder o prazo pode deixar de receber o benefício, então cuidado!O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mudou a regra para o benefício da aposentadoria por invalidez. Caso não saiba, agora quem não cumprir com o procedimento de autodeclaração dentro do prazo pode ter o pagamento suspenso! O segurado tem até 60 dias para preencher o documento e enviar ao instituto.Dessa forma, sempre que o INSS conceder a aposentadoria por invalidez, o segurado terá até dois meses para indicar se recebe ou não um benefício de outro regime. Essa informação é concedida por meio da autodeclaração, que pode ser muito facilmente feita pela internet.Autodeclaração do INSS Na autodeclaração enviada ao instituto, o segurado terá que indicar se recebe algum benefício previdenciário de outro regime, assim como se recebe pensão por morte do próprio INSS ou de outra forma.Antes de a regra entrar em vigor, o documento tinha que ser entregue durante o processo de concessão da aposentadoria por invalidez e era essencial para a concessão, mas agora as pessoas têm esse compromisso depois que o benefício é liberado.A declaração em questão pode ser feita pelo aplicativo do INSS ou mesmo no site. É só buscar pela opção “Informar sobre Recebimento de Benefício em Outro Regime de Previdência” e seguir com o preenchimento das informações.Em caso de dúvida, o segurado pode contar com a ajuda da central de atendimento pelo telefone 135. Ainda de acordo com o instituto, quem descumprir o prazo de 60 dias para o procedimento pode ter o benefício suspenso.Leia na íntegra: https://editalconcursosbrasil.com.br/noticias/2022/08/segurado-deve-enviar-autodeclaracao-ao-inss-para-nao-perder-beneficio/ FONTE: EDITAL CONCURSOS BRASIL.
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Construção Civil: atividade e emprego crescem em ritmo elevado

Indicador cresce no ritmo mais elevado dos últimos 10 anos na passagem de junho para julho deste ano. Intenção de investimento aumentou em agosto deste ano e atingiu o maior patamar desde julho de 2014 A indústria da construção registrou crescimento elevado da atividade e do emprego em julho deste ano. De acordo com a Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), esses dois indicadores avançaram nos ritmos mais elevados desde 2010. Foram entrevistadas 402 empresas, sendo 151 pequenas, 169 médias e 82 grandes, entre 1º e 9 e agosto.O índice do nível de atividade da Construção registrou 52,5 pontos em julho de 2022. Por estar acima da linha divisória dos 50 pontos, o índice indica expansão da atividade em relação a junho. Além disso, o valor é o mais elevado desde outubro de 2010, indicando expansão elevada. O índice de evolução do número de empregados foi de 51,9 pontos, também acima da linha divisória de 50 pontos, indicando alta do emprego da construção em julho. Essa expansão foi a mais elevada da série histórica que tem início em 2011.Fonte da matéria: NOTICIAS PORTAL DA INDUSTRIA Link da matéria: https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/economia/construcao-civil-atividade-e-emprego-crescem-em-ritmo-elevado/#informacao#afsys_sindical #trabalhadores #sejasocio
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Senado precariza mais as leis trabalhistas: em calamidades, patrões decidem as regras!

Pelo motivo abaixo você trabalhador precisa apoiar o seu sindicato para garantir seus direitos mínimos.O Senado confirmou na tarde desta quarta-feira (3), por 51 a 17, a aprovação da Medida Provisória (MP) 1.109, que aprofunda a flexibilização das leis trabalhistas, agora durante a vigência de calamidades públicas. Dessa forma, várias regras poderão ser alteradas “a critério do empregador”, termo repetido várias vezes ao longo da MP, que havia sido aprovada na véspera pela Câmara.A proposta é vista pela oposição como mais uma iniciativa de precarização das condições de trabalho, sem qualquer contrapartida. “Desumano”, definiu a senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Para o líder da Minoria, Jean Paul Prates (PT-RN), a MP 1.109 é um “cheque em branco” para alterar a legislação, e está sendo discutido em pleno período pré-eleitoral. “Essas coisas são objetos de planos de governo. É claramente um projeto que não teve discussão. Não é hora de discutir isso. Não há urgência nenhuma”, acrescentou.Entre os itens trabalhistas que podem ser alterados em condições declaradas como calamidade, estão o teletrabalho ou home office, antecipação de férias individuais, concessão de férias coletivas, antecipação de feriados, banco de horas e recolhimentos do FGTS. Contratos de trabalho poderão ser suspensos temporariamente, com redução proporcional da jornada e salário. A MP usa regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, adotado durante a pandemia. O fraco fica mais vulnerável Tanto Prates como Paulo Paim (PT-RS) entendem que a flexibilização ainda maior das leis trabalhistas deveria ser objeto de um projeto de lei, e não uma medida provisória. Para Paim, isso representa tornar “ainda mais vulnerável” a parte que já é a mais fraca da relação de emprego.Fonte de matéria: Brasil de Fato Leia a matéria completa: https://www.brasildefato.com.br/2022/08/03/senado-precariza-mais-as-leis-trabalhistas-em-calamidades-patroes-decidem-as-regras?bdf=f
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10 dicas para não ser enganado em vagas de emprego falsas

Quase 15 milhões de brasileiros estão desempregados. Outros 6 milhões integram o grupo de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego. Essa é a maior taxa já divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que começou a registrar os dados em 2012. O número de profissionais subutilizados também cresceu para 33,2 milhões, uma nova máxima.E tudo isso em meio à maior crise sanitária global em mais de um século. Encontrar um emprego nesse cenário tem sido uma tarefa difícil. Para complicar ainda mais, a quantidade de golpes que se aproveita da busca por oportunidades profissionais tem crescido progressivamente.As ciladas são as mais diversas. Há, por exemplo, as que oferecem contratação imediata, desde que o interessado pague para passar por supostos exames ou para frequentar cursos — que seriam necessários para participar da seleção. Depois do pagamento, além de não serem contratados, os candidatos aos supostos cargos não conseguem reaver o dinheiro.Os golpes que anunciam vagas falsas não são exatamente uma novidade, mas cada vez mais os criminosos se aproveitam das novas tecnologias. Por isso, é preciso ficar sempre atento. Embora de fato haja boas vagas, em ótimas empresas, a maioria das ofertas incríveis são, na verdade, apenas golpes.
Para ajudá-lo a não ser mais uma vítima desse tipo de fraude, fizemos uma lista com as características mais comuns dos golpes de vagas de emprego. Confira a seguir!

1 – Vagas com bons salários para pessoas sem experiência

Vagas bem remuneradas realmente existem, mas é comum que procurem profissionais muito especializados, não trabalhadores inexperientes. Normalmente, anúncios falsos desse tipo chegam por WhatsApp ou por outras redes sociais.E ainda pode piorar: em alguns casos, o golpista afirma que o trabalho é fácil e, por isso, não requer experiência. Desconfie imediatamente: se fosse simples assim, recrutadores não teriam de procurar candidatos adequados para os cargos disponíveis. Um link para a suposta oportunidade costuma ser o destaque desse golpe: o interessado clica e acaba em um site malicioso. Lá, um malware pode ser instalado no dispositivo para roubar informações.É comum que essas ofertas sejam associadas ao nome de empresas conhecidas, para dar mais credibilidade. Algumas vezes, esse tipo de anúncio traz um e-mail para contato ou o telefone de alguém: quando o candidato o procura, no entanto, pode ser atendido pelo golpista que vai convencê-lo a pagar tarifas inexistentes.Fonte de matéria: canaltech Leia o restante na íntegra: https://canaltech.com.br/seguranca/10-dicas-para-nao-ser-enganado-em-vagas-de-emprego-falsas/
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Como identificar o acúmulo de função?

Um funcionário com inúmeras tarefas tornou-se umas das coisas mais naturais no dia a dia empresarial. Afinal, ter mais de uma função no trabalho está longe de ser um problema; pelo contrário, diminui gastos. Pelo menos é assim que a maioria dos empresários pensam. Porém, em algumas situações, o acúmulo de diferentes funções pode ser algo que viola a lei. E essas situações podem infringir normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou violar normas coletivas de categoria ou decisões de autoridades competentes. Chamamos essas circunstâncias de acúmulo de função. Mas, você sabe o que de fato caracteriza acúmulo de função? Neste artigo vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto.Fonte da matéria: salariadvogados Leia na íntegra: https://salariadvogados.com.br/acumulo-de-funcao/
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Falta justificada

As faltas justificadas são aquelas em que os colaboradores possuem motivos válidos para não se apresentarem na empresa, acompanhadas de atestados ou outras justificativas especificadas pela lei.Sendo assim, abaixo algumas situações que a lei permite que o trabalhador se ausente, sem ser descontado, desde que apresente justificativa:- Realização de exames preventivos de câncer – 3 dias por ano; - Doação voluntária de sangue – 1 dia ao ano; - Acompanhamento de filho(a) menor em caso de consulta ou internação (verificar limite de idade e mediante declaração ou atestado); - 5 (cinco) dias úteis de trabalho consecutivo, ao pai, por ocasião do nascimento do filho; - 3 (três) dias úteis de trabalho consecutivo, em caso de falecimento de cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, comprovadamente, viva sob sua dependência econômica; - 3 (três) dias úteis de trabalho consecutivo, em virtude do casamento; - Intimação para comparecer à juízo - pelo tempo necessário.Lembrando que os documentos comprovando a ausência e atestados devem ser entregues a empresa dentro do prazo estipulado para abono das faltas.
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O que precisamos descontruir sobre a Síndrome de Down?

Sem tabus ou preconceitos, movimentos mostram que é necessário integrar de forma saudável pessoas com Trissomia 21A data 21/03 é lembrada no mundo todo para aumentar a conscientização e garantir os princípios gerais da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD da ONU): “Participação e inclusão plena e efetiva na sociedade”. No dia a dia, infelizmente, a realidade é muito distante para pessoas com síndrome de Down e para outras deficiências, o que torna essa data tão importante no calendário mundial.O que você precisa saber sobre essa condição genética antes de avançarmos neste artigo:Síndrome de Down (ou Trissomia 21) não é doença – É uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. Embora a causa seja desconhecida, os efeitos – que podem incluir dificuldades de aprendizagem e certas características físicas – variam de pessoa para pessoa. Por isso, não é correto dizer, por exemplo, que uma pessoa que tem síndrome de Down é doente.A pessoa não é portadora de SD – O mais adequado é dizer que a pessoa tem deficiência intelectual. Uma pessoa pode portar (carregar ou trazer) uma carteira, um guarda-chuva ou até um vírus, mas não pode portar uma deficiência. A deficiência é uma característica inerente a pessoa, não é algo que se pode deixar em casa.Deficiência intelectual – A deficiência intelectual é um atraso no desenvolvimento que impacta na forma que a pessoa aprende e interage com seu ambiente, ou seja, é um comprometimento cognitivo que ocorre de maneiras distintas com cada pessoa. No caso da síndrome de Down, não existem graus. Deficiência intelectual é diferente de deficiência mental – Importante destacar que deficiência intelectual é diferente de deficiência mental, essa última é um comprometimento de ordem psicológica tratado como uma doença psiquiátrica.Pessoas com síndrome de Down têm opinião – Aspessoas com síndrome de Down estudam, trabalham e convivem com todos. Esses indivíduos têm opinião e podem se expressar sobre assuntos que lhes dizem respeito. Procure sempre falar com as próprias pessoas com deficiência, não apenas com familiares, acompanhantes ou especialistas.Pessoas com síndrome de Down não devem ser tratadas como coitadinhas – Ter uma deficiência é viver com algumas limitações. Isso não significa que pessoas com deficiência são “coitadinhas”. Pessoas com síndrome de Down se divertem, estudam, passeiam, trabalham, namoram e se tornam adultos como todo mundo. Nascer com uma deficiência não é uma tragédia, nem uma desgraça, é apenas uma das características da pessoa.Agora que falamos um pouco sobre a síndrome, gostaria de refletir com vocês sobre “o que significa inclusão?” um questionamento para o Dia Internacional da Síndrome de Down 2022 que a DSI (Down Syndrome International) está perguntando para as pessoas no mundo todo.Síndrome de Down na publicidadeOlhando pelo lado da publicidade, sabemos que a sociedade segue tendências e procura se enxergar nas campanhas e marcas que consome. O que significa inclusão na publicidade? Para mim é aquele jargão: “Ver e ser visto”.Como publicitária e mãe de uma criança com síndrome de Down posso dizer que nunca uma campanha me tocou tão profundamente como “Todo bebê é um bebê Johnson” produzida por Nizan Guanaes na agência DM9. Maio de 2017, ainda com a Manu na minha barriga, recebi no meu primeiro dia das mães esse presente: o meu bebê seria incrível como todos, seria um bebê Johnson, independente da síndrome. Isso é tão potente que a partir dali eu sigo refletindo que a publicidade habita um lugar muito importante nas nossas vidas: o lugar da representatividade.Fonte de matéria: ADNEWS Leia na íntegra: https://adnews.com.br/o-que-precisamos-descontruir-sobre-a-sindrome-de-down/?utm_source=terra_capa&utm_medium=referral Data da matéria: 21/03/22
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Congresso aprova PL que obriga grávidas a voltar ao trabalho presencial

No mesmo dia em que o país voltou a registrar mais de mil mortes por complicações causadas pela Covid-19, a Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (16), um projeto que obriga as mulheres grávidas já totalmente imunizadas contra a Covid-19 a voltarem ao trabalho presencial. As que ainda não se imunizaram totalmente ou que simplesmente não se vacinaram também podem retornar ao trabalho presencial, mas para isso precisarão assinar um termo de responsabilidade.O texto do Projeto de Lei nº 2058/2021, de autoria do deputado Tiago Dimas (Solidariedade-TO), que havia passado pelo Senado Federal, muda a Lei 14.151/21 que garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus.A volta ao trabalho presencial das não vacinadas ou com imunização incompleta tinha caído no Senado durante a tramitação na Casa, mas, ignorando os riscos para as gestantes, os deputados derrubaram a decisão dos senadores.Com a aprovação da nova lei, que deve ser sancionada pelo presidente negacionista Jair Bolsonaro (PL), a decisão da volta ao trabalho presencial da mulher grávida, estará nas mãos do empregador. Ele é quem decidirá se a mantém em trabalho remoto, esteja a gestante vacinada, ou não.Muitos podem desconsiderar o fato de que as grávidas estão no grupo de risco da Covid-19, desprezando a saúde e até a vida dessas trabalhadoras. Segundo dados de novembro do ano passado do Observatório Obstétrico Brasileiro, o Brasil registrou um aumento de 217% no número de grávidas e puérperas, mulheres que tiveram filhos de 45 a 60 dias, mortas em decorrência da Covid-19 em 2021, se comparado a 2020.Fonte da matéria: CTB Leia na íntegra: https://4et.us/r8s9cf
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